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Nesta última semana, o governo italiano anunciou a proibição de grandes navios de cruzeiro de navegar pelo centro de Veneza a partir do dia 1º de agosto. De acordo com o primeiro-ministro italiano Mario Draghi, a medida determina “uma etapa importante na preservação da lagoa veneziana”, uma vez que esses navios causam grandes danos ao frágil ecossistema da lagoa e às fundações do centro histórico da cidade. O temor é de que a erosão começasse a causar fortes inundações na cidade.

Gôndolas em Veneza com navio de cruzeiros ao fundo

Ficou determinado que embarcações com mais de 25 mil toneladas brutas, maiores que 180 metros de comprimento, 35 metros de altura e com emissões de mais de 0,1% de enxofre não poderão passar ou atracar no canal de San Marcos e no canal de Giudecca.

Esses navios terão que desembarcar os passageiros no porto industrial de Marghera, dentro da lagoa, onde está prevista a construção de uma infraestrutura para acomodá-los. Já os cruzeiros menores (em torno de 200 passageiros) poderão continuar com o seu destino final no coração da cidade, segundo o comunicado do governo.

Entretanto, esse assunto voltou à tona mês passado, com o retorno do tráfego de navios pós pandemia. Nesse sentido, com a interrupção das atividades turísticas durante o surto da Covid-19, os moradores de Veneza identificaram grande melhora em sua qualidade de vida, que passaram a ter mais tranquilidade e a respirar um ar mais puro, de acordo com a agência francesa.

O ministro italiano da Infraestrutura, Enrico Giovannini, expõe que a decisão foi um “passo necessário para proteger a integridade ambiental, paisagística, artística e cultural de Veneza”.

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